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Não seria ético fazer um estudo experimental, submetendo os indivíduos a fatores de risco - no entanto, existem indivíduos que já o fazem, então podemos apenas acompanhar
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Tipos de estudos de coorte
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Concorrentes
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Históricos
- Montada e com seguimento no passado

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Híbridos
- Montada no passado, seguimento ainda hoje e no futuro

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Exemplo:
- Concorrente: Na época do acidente com radiação em Goiânia, um pesquisador teria iniciado uma coorte naquele momento
- Histórico: Se eu for hoje fazer a coorte, com bases nos dados da secretaria de Goiânia (identificar a população que estava presente na época e verificar se ela tem câncer), seria histórico
- Híbrido: pegar os dados do passado e continuar fazendo acompanhamento para novos casos até 2030
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Vantagens
- Permite calcular coeficiente de incidência → Pela capacidade de estimar risco
- Estimar e comparar riscos
- Eficiente quando a exposição é rara
- Erro de causalidade invertida (erro de temporalidade) é improvável = pessoas na linha de base estão sem o desfecho
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Desvantagens
- Ineficientes para estudar doenças raras ou com período de indução + latência longos
- Caso controle mais eficiente neste quesito
- Podem ser caros e demorados
- Podem ter viés de seleção devido às perdas
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Quais medidas vamos gerar?
- Medidas de frequência
- Coeficiente de incidência
- Hazard → Incidência instantânea (pessoa/tempo)
- Medidas de associação
- Risco relativo (RR) = CI expostos/ CI não expostos = RISCOS nos expostos / RISCO NÃO expostos
- CI → coeficiente de incidência

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Como interpretar?
- RR = 1: Não existe associação entre exposição e risco de adoecer
- RR > 1: incidência nos expostos é maior que nos não expostos (fator de risco)
- RR < 1: incidência nos não expostos é maior que nos expostos (fator protetor)
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Risco de Hazard (HR) → Mesma coisa a interpretação, mas não o cálculo pois em Hazard vemos pessoa/tempo e em coorte são pessoas fixas (n. fixo)