→ Interação do meio com o corpo, como órgão de defesa: Maior do sistema linfóide (sistema gástrico intestinal)
→ As infecções a depender do tamanho podem entrar e sair, e podem estagnar no pulmão causando pneumonia até mesmo características de antracose.
→ Ilío na pariferia o corte é coronal.
Pressão oncótica (proteínas) e pressão estática
No sistema pré-capilar tem-se uma vantagem da pressão hidrostática, e na venosa tem vantagem da pressão estática.
O edema pulmonar teremos o aumento da pressão estática: insuf. cardiáca, hipertensão pulmonar, trombo-embolismo, asma - DPOC [aumento da demanda de circulação pulmonar por acidose, e hipóxia e aumentará a demanda cardíaca por sobrecarga de trabalho no VE falhando com aumento a necessidade de trabalho], doença valvar, dano alveolar, pneumonia, iatrogenia (muito soro no organismo.
→ Dificuldade de verificar o aerado, com pleura toda lisa e túrgida, com aumento de peso.
→ Desenho da microarquitetura do pulmão (lóbulo pulmonar): edema do interstício apenas inter/intra-lobular do pulmão.
Com fluído dentro dos alvéolos, ou células com pigmentos (edemas cardiogênicos)
O edema pulmonar teremos o diminuição da pressão oncótica: pressão renal, desnutrição, síndrome nefrítica e nefrótica, doença entérica (diarréia intermitente), doença celíaca, causa iatrogênica, doença consumptiva.
O que regula a pressão estática e oncótica é o parênquima, com ruptura nessa barreira pode ocasionar edema.
Presença de conteúdo no interior do pulmão causa: Perda de elasticidade e complacência
Algo agride o epitélio bronqueolar, conteúdo o torna tão firme podendo rachar a peça, predispõe hemorragia difusa.