Casos
Abordagem à gestação indesejada - casos para discussão.pdf
- Primeiro, imagine-se como sendo a médica ou o médico que está com uma pessoa nessa situação. Quais são seus sentimentos e emoções?
- Depois, imagine-se como sendo a paciente ou o paciente nessa situação. Quais são seus sentimentos e emoções?
- Qual é o papel da médica ou do médico nessa situação? Quais os direitos da pessoa atendida?
Joana tem 38 anos e é casada. Tem 2 filhos. Veio à consulta com você porque vinha tendo muito sangramento e cólicas nos últimos 6 meses. Porém, não menstrua há 2 meses e começou a sentir sintomas como náuseas e seios doloridos e está preocupada de estar grávida. Vem esperando a laqueadura tubária há mais de um ano, e com o sangramento disfuncional, não vinha usando contraceptivos. Quando perguntada sobre relações sexuais, fica cabisbaixa e relata que não tem vontade de transar há muitas meses, pelas cólicas que vem sentindo. Porém, o marido “perdeu a paciência e a pegou à força quando ia tomar banho”. Você orienta Joana na consulta
- Como médico(a) nessa situação, é natural sentir uma mistura de emoções, incluindo preocupação com a saúde da paciente, empatia pela sua situação e possíveis desafios emocionais que ela está enfrentando, como medo, ansiedade ou trauma. Também pode haver sentimentos de frustração em relação à falta de acesso prévio ao tratamento desejado, como a laqueadura tubária, e preocupação com as possíveis complicações de saúde que Joana está enfrentando.
- Estupro Marital
- preocupação com ela com a situação
- Como paciente, Joana provavelmente está se sentindo ansiosa, preocupada e vulnerável. Ela pode estar enfrentando uma série de emoções conflitantes, desde o medo de estar grávida até a angústia em relação à sua saúde física e emocional. A experiência de ser forçada a ter relações sexuais contra sua vontade pode ter causado trauma e uma sensação de violação de sua autonomia e dignidade.
- Ansioso, angustiado, autonomia e violação de sua dignidade
- Preocupado
- Vulnerável
- Coflitos emocionais
- A experiência do possível. estupro parental
- Medo dela com marido e filho
- Vergonha
- Receio de prisão do marido ser preso (pelo amor) e pela consequencia
- Angustia
- O papel do médico(a) é fornecer apoio médico e emocional à Joana, garantindo que ela seja ouvida e compreendida em um ambiente seguro e confidencial. Isso envolve fornecer informações claras e precisas sobre sua condição de saúde, explicando suas opções de tratamento e apoiando suas decisões. É importante abordar questões de consentimento sexual e oferecer recursos e encaminhamentos para apoio emocional, se necessário. Quanto aos direitos de Joana como paciente, ela tem o direito à autonomia sobre seu próprio corpo e saúde, incluindo o direito ao consentimento informado em relação ao tratamento médico e o direito a cuidados de saúde de qualidade e sem discriminação.
- Denunciar (?)
- Apoio emocional a joana
- Caramtir ser ouvdia
- Compreender o ambiente do qual ela está inserida
- informar confidencialidade
- Fornecer informações sobre sua situação
- informar sobre a autonomia de decisão ao análise e tratametno clínico
- Exames de IST e gravidez, começar anti-concepcional
- Questões sobre o consentimento sexual e o direito do próprio corpo
- Orientação sobre possível estupro e abortamento legal
- Informações sobre o tratametno e seguimento
- Cuidados de saude e promoção da qualdiade de vida
- Sempre olhando sem discriminar
- Encaminhamento ao psicologo, ginecologista