Tópico 1: Fisiologia Atrial, Sistematização e o Ritmo Sinusal

Nesta etapa inicial da aula, o foco é entender como o estímulo elétrico nasce, como ele é registrado nas derivações específicas e qual é o algoritmo exato para cravar o diagnóstico de ritmo sinusal.

1. A Geração e o Vetor da Onda P

2. As Derivações Fundamentais para a Onda P O eletrocardiograma padrão (12 derivações) costuma trazer 3 a 4 batimentos por derivação e uma "derivação longa" no rodapé.

3. Valores de Normalidade da Onda P Para a análise, assume-se a padronização normal do aparelho (25 mm/s de velocidade e 10 mm/mV de amplitude, ou "N").

4. O Algoritmo de 4 Passos para o Ritmo Sinusal Para afirmar categoricamente que o ritmo é sinusal, o professor ensina que todas as premissas abaixo devem ser verdadeiras:

  1. Eixo da P entre 0° e 90°: A onda P deve ser positiva em D1, D2 e AVF, e obrigatoriamente negativa em AVR.
  2. Morfologia Constante: As ondas P devem ter exatamente o mesmo formato dentro de uma mesma derivação.
  3. Condução Atrioventricular: Cada onda P deve ser seguida por um complexo QRS.
  4. Atenção ao Intervalo PR: O tempo de condução atrioventricular (início da P até o QRS) deve ser normal (até 200 ms, ou 5 quadradinhos).

5. Variações Clínicas e Diagnósticos Diferenciais Discutidos Aplicando o algoritmo acima, a aula detalha armadilhas e outros ritmos: