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Necessário fazer aplicação diária de insulina cerca de 4x/dia para ter um bom tratamento
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Fisiologia da insulina
- Molécula de pró-insulina: contém peptídeo C (conexão)
- Peptídeo C tem sobrevida superior à da insulina, podemos usar para dosar
- Em pacientes com DM2, costuma estar alto (acima de 2, 3, 4)
- Em pacientes com DM1, costuma estar baixo (até 1)
- Regulação da liberação de insulina
- Glicose entra no pâncreas a partir do GLUT2
- Geração de ATP promove fechamento dos canais de K e abertura dos canais de cálcio (despolarização)
- Entrada de cálcio na célula promove liberação de insulina
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Indicações de insulinoterapia
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Clássica: DM1
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Fase tardia do DM2
- Conseguimos adiar porque existe uma série de medicamentos antidiabéticos orais
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Diabetes autoimune latente do adulto (LADA)
- Começa a se manifestar com 25 a 30 anos
- Parece ser DM2, mas o paciente não responde tão bem aos AD orais e precisamos começar a insulinoterapia
- Anti-GAD positivo
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Fase de glicotoxicidade do DM2
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Cetoacidose diabética
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Internações e procedimentos/cirurgias
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Fibrose cística, pancreatite crônica, pancreatectomia
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Insulinas basais → tonus mais constante

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NPH - insulina + protamina
- Começa a agir entre 1 e 2h
- Pico em 6h
- Ação 16 a 18h
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Insulinas análogas - modificações genéticas, conseguem durar por mais tempo e sem pico.
- Glargina - dura cerca de 24h
- 10% dos pacientes podem ter duração <24h, necessitando de mais de uma dose
- Tem que ser tomada todos os dias no mesmo horário
- Detemir - dura por volta de 18h
- Degludeca - pode durar 42h
- Mais estável que a glargina
- 1 aplicação diária
- Maior flexibilidade em relação aos horário
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NPH x Glargina

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Insulina bolus
- Regular
- Tem que administrar 30 a 40 minutos antes de comer
- Análogas