| TEMA | Referência | DIAGNÓSTICO | CLASSIFICAÇÃO/ESCORES | TRATAMENTO | CONDUTA | IMPORTANTE |
|---|---|---|---|---|---|---|
| HAS | • PA normal <120/70; | |||||
| • Elevada =120–139/70-89; | ||||||
| • Est1 =140–159 ou 90-99; | ||||||
| • Est2 = 160-179ou 100-110 | Medir corretamente; confirmar em ≥2 dias (ou MAPA/MRPA se disponível); avaliar lesão-alvo | Estágios acima | 1ª linha (5): | |||
| • IECA (enalapril/captopril) OU BRA (losartana/valsartana) | ||||||
| • Diurético-Tiazídico (clortalidona/HCTZ/Indapamida) | ||||||
| • BCC DHP (anlodipino) OU BCC não-DHP (verapamil/diltiazem) | ||||||
| • Espironolactona (diurático poupador de K) → HAS resistente (substituir tiazídico) | • Est1 baixo risco: MEV; Est1 alto risco: 1 droga; |
• Est2: iniciar 2 drogas; seguimento contínuo | Betabloq não é 1ª linha (use se IAM/IC/FA); IECA/BRA úteis em DM/DRC
Paciente Afrodescendentes Preferir: BRA ao invés de IECA
IECA provoca tosse persistênte; | | DM2 | • HbA1c ≥6,5%; • Jejum ≥126; • TOTG 2h ≥200; • Casual ≥200 + sintomas | Confirmar (se assintomático) com repetição; estratificar risco CV/renal | — | • Risco CV alto/muito alto, IC ou DRC: iniciar iSGLT2 ± GLP‑1 (com ou sem metformina). • Obesidade importante: GLP‑1 ou tirzepatida como base, associar SGLT2/metformina conforme HbA1c. • Sem cardiorrenal, sem obesidade, risco baixo/intermediário: metformina como primeira linha, associando outro agente se HbA1c acima da meta. | Indicar Insulina • HbA1c ≥ 9-10% • Glicemia plasmática ≥ 300 mg/dL • Sintomas catabólicos (perda ponderal, cetose), hiperglicemia sintomática importante | iSGLT2: cuidado em desidratação/cetoacidose euglicêmica;
Avaliar função renal | | Dislipidemia + DAC | • TG normal <150; • 150–199 limítrofe; • 200–499 alto; • ≥500 muito alto (risco pancreatite).
• LDL: metas por risco (DAC = muito alto) | • Lipidograma em jejum (se TG alto) ou não; • Estratificar risco; • investigar secundárias | Risco: baixo/moderado/alto/muito alto.
DAC = risco MUITO ALTO | Estatina (atorvastatina/rosuvastatina) = base.
Se meta não alcançada → Ezetimiba.
Se ainda acima em risco muito alto/DAC → PCSK9 (selecionado) | Metas típicas: DAC LDL <70 (ideal <55).
Tratamento contínuo | • TG ≥500: priorizar redução - TG (dieta/álcool; fármacos conforme protocolo local) | | Sífilis | Reinfecção/falha: ↑ VDRL ≥2 diluições (ex: 1:4→1:16) | Triagem: • Teste treponêmico; atividade/seguimento: VDRL; avaliar fase clínica | • Recente <1 ano; • Tardia >1 ano; • Neuro/ocular/ótica | Penicilina benzatina: recente (dose única) vs tardia (1x/sem ×3). • Neuro/ocular: penicilina cristalina EV | Controle com VDRL seriado conforme protocolo local | Gestante: tratar sempre; Jarisch-Herxheimer pode ocorrer | | HIV | Diagnóstico: imunoensaio (incl. 4ª geração) + confirmação; RNA HIV ajuda em fase aguda/indeterminados | Teste rápido → confirmar com imunoensaio diferencial/ELISA 4ª geração → se inconclusivo/ agudo: RNA HIV | Estadiamento imunológico: CD4; atividade: carga viral | TARV imediata: esquema padrão (ex.: Tenofovir + Lamivudina + Dolutegravir)
PrEP: Tenofovir + Lamivudina ou Tenofovir + Emtricitabina) PEP: TARV | Seguimento com CD4/CV; rastrear ISTs e comorbidades | Interações medicamentosas; vacinas; profilaxias oportunistas dependem de CD4 | | DPOC | Espirometria pós-BD: VEF1/CVF <0,70. GOLD por VEF1% previsto: • 1 ≥80; • 2 50–79; • 3 30–49; • 4 <30. Sintomas: CAT <10 vs ≥10; mMRC 0–1 (pouco) vs ≥2 (muito) | Suspeita clínica (tabagismo/dispneia/tosse crônica) → confirmar com espirometria ou pós-BD | GOLD 1–4 (VEF1/Gravidade funcional) + grupos (A/B/E) por sintomas e exacerbações
• Grupo A: poucos sintomas (CAT <10 ou mMRC 0–1) e até 1 exacerbação não grave. • Grupo B: muitos sintomas (CAT ≥10 ou mMRC ≥2), mas até 1 exacerbação não grave. • Grupo E: ≥2 exacerbações leves/moderadas ou ≥1 grave (internação), independentemente do CAT/mMRC. | A: 1 broncodilatador; B: LABA ou LAMA (salmeterol/tiotrópio); E: LABA+LAMA ± CI | Reabilitação, cessar tabagismo; vacinas; seguimento contínuo | CI só se exacerbações/ fenótipo selecionado; cuidado pneumonia com CI | | Asma | Reversibilidade: ↑ VEF1 ≥12% e ≥200 mL pós-BD | Sintomas variáveis + obstrução variável → espirometria com broncodilatador (ou PFE variabilidade) | Gravidade (didático): leve (≤2x/sem), moderada (diária), grave (contínua/nocturna) + controle (bem/ parcialmente/ mal) | Base: CI (budesonida/beclometasona) ± LABA. Crise: SABA + corticoide sistêmico | Seguimento contínuo; ajustar por controle | Evitar SABA isolado como manutenção | | Hipertensão Pulmonar (HP) | Definição hemodinâmica (cateterismo): mPAP >20 mmHg. Para HAP (grupo 1): PVR >2 WU e PAWP ≤15 mmHg | Suspeita (dispneia, síncope, sinais de IC direita) → Eco (triagem) → confirmar com cateterismo direito; investigar causa (V/Q p/ CTEPH etc.) | Classificação (visão prova): • Grupo 1 HAP; • 2 por coração esquerdo; • 3 por pulmão/hipóxia (DPOC/ILD); • 4 CTEPH; • 5 multifatorial | Tratar causa (O2 em hipóxia; tratar DPOC/ILD; tratar IC esquerda). HAP: terapia específica em centros (ex.: antagonista endotelina, PDE5i, prostanoides) | Exames: Eco, BNP/NT-proBNP, TCAR/TC, V/Q, provas func.; confirmação: RHC | Não confundir HP por DPOC/IC esquerda com HAP “primária” | | Pneumonia (PAC) | CURB-65: 1 ponto cada. Ureia >7 mmol/L (≈ BUN (Ureia nitrogenada) >20 mg/dL). | Clínica + RX tórax (infiltrado).
Estratificar gravidade (CURB-65) | CURB-65: • C confusão; • U ureia; • R FR ≥30; • B PAS <90 ou PAD ≤60; • 65 idade ≥65. 0–1 baixo; 2 moderado; ≥3 alto | 0–1: ambulatorial (ex.: amoxicilina) | 2+: internar. LAPA = beta-lactâmico (ceftriaxona) + macrolídeo (azitromicina). | ATB típico 5–7 dias (se boa resposta). Reavaliar 48–72h | Sempre antibiótico empírico; atenção a critérios de UTI | | Paracoccidioidomicose (PCM) | Agente: Paracoccidioidesspp. (dimórfico).
Epidemio: rural/solo, inalação; adulto homem (forma crônica) e jovem (forma aguda/subaguda).
Achados típicos: lesões mucosas orais “moriformes”, linfonodomegalia, perda ponderal, tosse/dispneia. | 1) Suspeitar por quadro clínico + epidemiologia (rural/solo) ± acometimento mucocutâneo/pulmonar/linfonodal.
2) Confirmar com demonstração do fungo em amostra (raspado de lesão, escarro, lavado broncoalveolar, biópsia de mucosa/linfonodo) ouhistopatologia (leveduras com gemulação múltipla “roda de leme”).
Sorologia auxilia (seguimento), mas confirmação preferencialmente micológica/histo.
Avaliar extensão: pulmão, mucosas, linfonodos, adrenais, SNC (se sintomas). | Formas clínicas (cai muito):
1) Crônica (adulto): pulmonar + mucosa oral/laringe, perda peso, tosse crônica.
2) Aguda/subaguda (juvenil): febre, linfonodos generalizados, hepatoesplenomegalia, acometimento medular, mais grave. Gravidade (prático p/ prova): leve/moderada vs grave (comprometimento importante, desnutrição, hipoxemia, envolvimento SNC, insuficiência adrenal, disseminação extensa). | Critérios de gravidade: instabilidade/hipoxemia, grande perda ponderal/desnutrição, incapacidade funcional, formas disseminadas (muitos linfonodos/órgãos), comprometimento SNC, insuficiência adrenal. | • Leve/mode: Itraconazol (1ª linha). Alternativa: SMX-TMP (sulfametoxazol + trimetoprima) quando itraconazol não disponível/contraindicado ou necessidade de uso prolongado.
• **Grave/disseminada/hipoxemia/SNC:**iniciar com anfotericina B (indução) → depois “step-down” com itraconazol ou SMX-TMP (sulfametoxazol + trimetoprima).
itraconazol ~9–12 meses; SMX-TMP frequentemente 12–24 meses; anfotericina em fase inicial de gravidade e depois manutenção longa. | Micologia direta (raspado/escarrro/LBA), cultura (se disponível), histopatologia (roda de leme), RX/TC tórax (sequelas e acometimento), hemograma (anemia/leucocitose), função hepática/renal, sorologia (imunodifusão/ELISA quando disponível). Avaliar adrenais se sintomas (Na/K, cortisol).
Critério de controle: melhora clínica + radiológica e queda/negativação sorológica (quando acompanhada) e ausência de recidiva. | | DRGE | Sintomas típicos: pirose/regurgitação. Alarmes: disfagia, perda peso, anemia, sangramento, vômitos persistentes, história familiar CA, início tardio | Diagnóstico clínico → teste terapêutico com IBP. Se alarme ou falha → EDA | — | IBP (omeprazol/pantoprazol). Medidas: elevar cabeceira, evitar gatilhos, perda peso | Teste com IBP por 8 semanas. Falhou: checar adesão/horário → EDA ± pHmetria conforme caso | Não “fechar DRGE” se sinais de alarme | | H. pylori | Testes: ureia respiratório; antígeno fecal; teste rápido da urease (biópsia em EDA) | Se positivo, indicar erradicação (especialmente: úlcera, MALT, história familiar CA gástrico, dispepsia selecionada; na prática, geralmente erradica se positivo) | — | Regimes variam por resistência; Todos tem IBP dose plena :Esquema clássico ou triplo: IBP + amoxicilina + claritromicina (se apropriado). Alternativa ou esquema quádruplo: IBP + bismuto 4x/dia (120mg -300mg)+ metronidazol 500mg 3-4x/dia + tetraciclina 500mg 3-4x /dia | 14 dias (padrão). Confirmar erradicação: teste ureia/antígeno fecal ≥4 semanas após ATB e ≥2 semanas sem IBP | H. pylori é fator de risco de CA gástrico → erradicação ajuda prevenção | | Câncer Gástrico | Diagnóstico: EDA + biópsia | TNM (COMPLETO): Tis (in situ); • T1a mucosa; • T1b submucosa; • T2 muscular própria; • T3 subserosa; • T4a serosa; • T4b invade órgãos.
• N: N0=0; N1=1–2; N2=3–6; N3a=7–15; N3b≥16. • M: M0/M1 | Estágios: • I (T1–2 com N0–1, M0); • II (T1–3 com N2 ou T3N0/1, M0); • III (T4 e/ou N3, M0); • IV = M1 | Tratamento depende estágio:
Ressecção (endoscópica em muito inicial selecionado; gastrectomia) + QT perioperatória/adjuvante conforme estágio; cuidados paliativos no IV | Estadiar com TC:
• tórax/abdome/pelve ± outros conforme caso; avaliação nutricional | Sempre lembrar vínculo com H. pylori; não tratar sem histologia | | IAM com supra (STEMI) | ECG: supra ST em derivações contíguas (cutoffs típicos: ≥1 mm na maioria; em V2–V3: homens ≥2 mm; mulheres ≥1,5 mm — usar critério de prova).
Troponina: acima do percentil 99 do método | Dor típica + ECG. Se dúvida: repetir ECG/derivações posteriores (V7–V9) | Localização ECG “Onda T”: • inferior (DII, DIII, aVF); • lateral (DI, aVL, V5–V6); • anterior/septal (V1–V4); • posterior (ST↓ V1–V3 + R alto → confirmar V7–V9) | Reperfusão + antiagregação + anticoagulação + estatina alta.
“AAS 300 mg + P2Y12 (clopidogrel 300–600 mg ou ticagrelor 180 mg) + enoxaparina (30 mg IV + 1 mg/kg 12/12 h) + atorvastatina 80 mg, associados à reperfusão (ICP primária ou trombólise).
• Nitrato se dor/hipertensão (se não contraindicado) | Reperfusão: PCI preferível (meta “porta-balão” ~90 min). Se trombólise indicada: meta “porta-agulha” ~30 min. Pode ser realizar a terapia de reperfusão em até 12h após o inicio da dor. Após 12h pode se indicar reperfusão se houver dor ou isquemia em curso, instabilidade hemodinamica ou elétrica. Benefício bem reduzido. Conduta passa ser cateterismo 12-24h. | Se usou sildenafil/tadalafila (Inibidor de PDE5): NÃO usar nitrato (risco hipotensão grave). Avaliar VD em inferior (V3R/V4R) | | IAM sem supra (NSTEMI/UA) | Troponina positiva = NSTEMI; negativa com isquemia = angina instável | Clínica + ECG (depressão ST/inversão T) + troponina seriada | Estratificar risco (ex.: TIMI/GRACE — conceito) | AAS + P2Y12 + anticoagulação (heparina/enoxa) + estatina alta + betabloq (doses baixas)se indicado; nitrato se não contraindicado | Estratégia invasiva precoce se alto risco/instabilidade | Mesmo cuidado com nitrato + PDE5; ECG pode ser não diagnóstico inicialmente | | CIRROSE HEPÁTICA | USG/elastografia + sinais clínicos + labs (plaquetopenia, INR↑, albumina↓ etc.).
Definir compensada vs descompensada
Cálcio corrigido (mg/dL) = Ca total medido + [0,8 × (4,0 − albumina)] | Compensada (sem ascite/HE/HDA varicosa/icterícia significativa);
Descompensada (ascite, encefalopatia, HDA varicosa, PBE, icterícia) | Child-Pugh (pontuação): cada item 1/2/3 pts → soma 5–6=A; 7–9=B; 10–15=C.
• Bilirrubina (mg/dL): <2=1; 2–3=2; >3=3. • Albumina (g/dL): >3,5=1; 2,8–3,5=2; <2,8=3. INR: <1,7=1; 1,7–2,3=2; >2,3=3. • Ascite: ausente=1; leve=2; moderada/refratária=3. • Encefalopatia: nenhuma=1; grau I–II=2; III–IV=3. (MELD: usa bilirrubina/INR/creatinina) | Tratar causa (álcool/viral etc.).
Ascite: restrição sal + espironolactona ± furosemida.
Varizes: beta-bloq não seletivo (propranolol/nadolol/carvedilol) e/ou ligadura.
Encefalopatia: lactulose ± rifaximina.
PBE: ATB conforme protocolo + profilaxia selecionada | Rastreio Carcinomahepatocelular (CHC):
• USG (± AFP - Alfa-fetoproteina) a cada 6 meses. • EDA para varizes. Vacinas, nutrição, evitar AINEs/álcool | Sangramento varicoso = emergência (vasoativo + ATB + endoscopia);
Atenção a HRS/PBE (Síndrome Hepatorrenal/Peritonite Bacteriana Espontânea) | | ICFER (HFrEF) | FEVE ≤40% (eco). (HFmrEF 41–49%; HFpEF ≥50%) | Por FEVE: HFrEF ≤40 | — | “4 pilares”:
• ARNI (sacubitril/valsartana) ou IECA/BRA + betabloq (carvedilol/bisoprolol/metoprolol SUC) + MRA (espironolactona) + iSGLT2 (dapagliflozina/empagliflozina). Diurético (furosemida) para congestão | Iniciar cedo, titular. Avaliar ferro, função renal, K. | Cuidado com hipotensão/hipercalemia/DRC ao titular | | ICEFEP (HFpEF) | FEVE ≥50% + sintomas/sinais + evidência de disfunção diastólica/pressões elevadas | HFpEF ≥50 (HFmrEF 41–49) | — | • iSGLT2 (benefício consistente); • Controle PA; • Diurético p/ congestão; • Tratar FA/isquemia/valvopatias; • Considerar MRA em selecionados | Manejo de comorbidades (HAS, obesidade, DM, SAOS) | Não existe “uma” droga curativa: foco em congestão + comorbidades | | Câncer de Pulmão | Nódulos pulmonares: rastreamento/investigação | TC de tórax (rastreamento ou achado incidental). Caracterizar nódulo quanto a tamanho, aparência e crescimento | Classificação (Lung-RADS ou similar): • 0: Incompleto • 1: Negativo (ausencia nódulos/aparência benigna) • 2: Aparência/comportamento benigno (nódulos muito baixa probabilidade câncer) • 3: Provavelmente benigno (baixa probabilidade câncer) • 4A: Achado suspeito (testes adicionais/biópsia) • 4B: Achado suspeito (tomografia c/ ou s/ contraste, PET ou biópsia) • S: Significante - outros • C: Câncer prévio | Conduta conforme categoria: • Cat 1: Continuar exame anual c/ TCBD em 12 meses • Cat 2: [sem conduta específica listada] • Cat 3: TCBD em 6 meses • Cat 4A: TCBD em 3 meses; PET deve ser usado se há parte sólida ≥8mm • Cat 4B: Tomografia c/ ou s/ contraste. PET ou biópsia a depender da probabilidade de malignidade e co-morbidades • Cat S: Julgar caso a caso • Cat C: [manejo específico p/ câncer] | Rastreamento indicado para: tabagistas ou ex-tabagistas de alto risco (idade 50-80 anos, carga tabagica ≥20 maços-ano). TCBD = TC de tórax de baixa dose. Avaliar sempre fatores de risco, história de tabagismo e características do nódulo (tamanho, margens, densidade) | |
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