Introdução:
- A cada 5 anos são atualizados os protocolos de reanimação adulto e pediátrico (neonato e pediátrico).
- Caso clínico:

- Diagnóstico: Parada cardiorrespiratória!
- Conduta: Passos de reanimação.
Parada cardiorrespiratória:
- Parada cardiorrespiratória pode acontecer a nível extrahospitalar, com pior prognóstico em relação a sobrevida e sequelas, e a nível intrahospitalar.
- Definição de PCR: é a cessação da circulação sanguínea em consequência da ausência ou ineficácia da atividade mecânica cardíaca.
- Diagnóstico clínico:
- Inconsciência = hipóxia cerebral, cursando com acidose;
- Ausência de pulsos em grandes artérias;
- Cai a frequência, cai a pressão e cessa o pulso.
- Apneia ou respiração agônica - "gasping".
Ritmos de colapso:
- Importantes na pediatria e nos adultos, visto que no período neonatal geralmente é assistolia.
- Classificação:
- Assistolia;
- Fibrilação ventricular (FV);
- Taquicardia Ventricular Sem Pulso (TVSP);
- Atividade Elétrica Sem Pulso (AESP).
- Assistolia (mais comuns):
- Ausência total de atividade elétrica - ritmo com péssimo desfecho
- CUIDADO: sempre realizar o protocolo da linha reta - NEM toda linha reta é assistolia, avaliar erros de leitura
- Cabos: checar se estão bem conectados
- Ganho: ganhos baixos simulam assistolia, mesmo em caso de fibrilação ventricular
- Derivação: mudar derivação ou posição de pás - é possível que a derivação seja perpendicular ao eixo médio do coração

- Fibrilação ventricular (FV):
- Onda gerada por um único foco de origem é o normal.

- Ondas geradas por múltiplos focos de origem gera a FV.
