1. Brônquio principal direito;
  2. Brônquio intermédio;
  3. Brônquio do lobo inferior direito;
  4. Brônquio do lobo médio.
  1. Pneumectomia direita;
  2. Lobectomia média e inferior;
  3. Lobectomia média com radioterapia pós-operatória;
  4. Radioterapia com doses curativas no mediastino, seguida de sessões de quimioterapia;
  5. Radioterapia, seguida de cirurgia num prazo de seis semanas.
  1. Insuficiência aórtica;
  2. Estenose aórtica;
  3. Insuficiência mitral;
  4. Estenose mitral.
  1. Tratamento clínico;
  2. Acompanhamento por cardiologista;
  3. Valvoplastia com balão;
  4. Cirurgia da valva mitral
  1. Derrame pleural;
  2. Câncer de pulmão;
  3. Pericardite;
  4. Pneumonia.
  1. Transudato;
  2. Exudato;
  3. Empiema;
  4. Quilotórax.
  1. Tomografia pélvica e ecografia abdominal;
  2. Ressonância magnética da próstata e ecografia abdominal;
  3. Toque retal e PSA sérico;
  4. Ultrassonografia transretal e PSA.
  1. Em relação à composição primária dos cálculos urinários, cerca de 80% têm cálcio, mais comumente oxalato de cálcio ou raramente de ácido úrico.
  2. Os cálculos de estruvita são formados em pacientes com infecção do trato urinário causadas por bactérias produtoras de urease, como Proteus e Klebsiella.
  3. A ressonância magnética apresenta sensibilidade e especificidade superiores à tomografia computadorizada para detecção dos cálculos urinários ureterais de diâmetro inferior a 4 milímetros.
  4. Nos pacientes com litíase urinária sintomática, a frequência de recorrência é maior nas mulheres que nos homens e é de aproximadamente 10% nos dez anos após o primeiro episódio.
  5. Os cálculos urinários são mais comuns em asiáticos e afrodescendentes, com maior incidência entre a primeira e a segunda década da vida.